BRASILEIRÃO DE TREKKING – 2010

 

REGULAMENTO

 

CAPÍTULO 1 - O Campeonato

 

1.            Será composto por provas de Trekking de Regularidade para equipes de, no mínimo, 2 (duas) e, no máximo, 6 (seis) pessoas, maiores de 12 anos. Os menores de 16 anos somente poderão participar acompanhados de maior responsável ou portando autorização do pai ou responsável, com firma reconhecida.

2.            Os locais das saídas e chegadas das provas serão determinadas pela organização, a uma distância máxima de 15km do centro da cidade sede, sendo divulgados em momento oportuno.

3.            A cidade sede do Brasileirão de Trekking 2010 será Peruíbe, no estado de São Paulo.

4.            O Campeonato está aberto à participação de até 120 (cento e vinte) equipes, distribuídas nas categorias Elite, Graduados, Trekkers e Novatos.

5.            Serão realizadas 3 (três) provas e 4 (quatro) classificações:

·         1ª classificação – prova noturna realizada no dia 03/06/10;

·         2ª classificação – prova realizada no dia 04/06/10;

·         3ª classificação – prova realizada no dia 05/06/10; e,

·         4ª classificação – classificação considerando os pontos perdidos acumulados nas 3 (três) provas anteriores.

6.            A cada classificação será determinada uma pontuação conforme a tabela abaixo. A equipe vencedora do Brasileirão de Trekking 2010 será aquela que acumular menos pontos, somando-se os pontos perdidos nas 4 classificações, sendo as demais ordenadas pelo valor crescente dos pontos perdidos, compondo, assim, o resultado final do Brasileirão de Trekking 2010.

Coloc.

Pontos

Coloc.

Pontos

Coloc.

Pontos

Coloc.

Pontos

0

11º

11

6

16º

16

2

12º

12

7

17º

17

3

13º

13

8

18º

18

4

14º

14

9

19º

19

5

15º

15

10º

10

20º...

20...

 

7.            Essa seqüência continuará até que pontue a última equipe de cada classificação.

8.            Para efeito de classificação, as equipes que não comparecerem em uma determinada prova receberão os pontos da última equipe desta prova + 1 (ex: uma equipe não participou de uma prova em que competiram 93 equipes receberá a pontuação de 94 pontos na mesma).

                                                                                                                                                                                       

CAPÍTULO 2 – Inscrições

 

1.            As inscrições serão efetuadas única e exclusivamente pelo site www.brasileiraodetrekking.com.br.

2.            O valor da inscrição será por atleta, variando de acordo com a data de pagamento, conforme a seguinte tabela:

Até 01/08/09 – R$ 90,00

Até 01/10/09 – R$ 100,00

Até 01/12/09 – R$ 110,00

Até 01/02/10 – R$ 120,00

Até 01/05/10 – R$ 130,00

Até 01/06/10 – R$ 140,00

3.            As equipes poderão gerar boletos para pagamentos individuais ou de mais de um atleta. O pagamento da uma inscrição de um atleta já define o número do jaleco da equipe, porém, não garante a inscrição da equipe.

4.            As equipes somente terão suas inscrições garantidas após o efetivo recebimento do valor da inscrição de, no mínimo, 2 (dois) atletas. O número de atletas confirmados até o dia 01/05/10 será o utilizado para a confecção dos kits das equipes.

5.            Ficará a critério da ORGANIZAÇÃO a aceitação ou não de inscrições de atletas após o dia 01/06/10 até o momento da largada da primeira prova, no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais). Estas inscrições, bem como as do item 4, estarão sujeitas à falta de camisetas ou outros materiais promocionais, que poderão ou não ser enviados posteriormente.

6.            O ato (envio) da inscrição para o Brasileirão de Trekking 2010, caracteriza a declaração do atleta de que leu e aceitou integralmente este regulamento, que está ciente de que trata-se de esporte de aventura, que assume todos os riscos inerentes à esse tipo de competição, isentando organizadores, locais de prova, apoiadores e patrocinadores de quaisquer responsabilidades por acidentes, independentemente do tipo ou natureza.

7.            O ato (pagamento) do boleto de inscrição caracteriza a autorização do atleta do uso de suas imagens no evento para divulgação do Brasileirão de Trekking e do Trekking de Regularidade, a qualquer tempo.

8.            A desistência de participação no Brasileirão de Trekking 2010 após o pagamento, só dará direito à devolução de valores se for comunicada por escrito até o dia 01 de maio de 2010, com a retenção de 30% para a ORGANIZAÇÃO. Após esta data não será devolvido nenhum valor pago, sob qualquer pretexto.

9.            O número máximo de equipes inscritas será de 120 (cento e vinte) no total, indiferentemente da quantidade de equipes por categoria.

10.          As alterações de integrantes das equipes poderão ser efetuadas no site do evento, até o dia 01/06/10.

11.          Para retirar o material da equipe no check-in antes da primeira prova, a equipe deverá entregar o termo de responsabilidade (a ser baixado no site do Brasileirão de Trekking 2010) assinado por todos os integrantes.

12.          A prioridade para a realização do evento é a segurança dos participantes, sendo que, havendo situação de força maior ou de perigo à segurança dos participantes, as provas poderão ser canceladas ou transferidas, sem obrigar a ORGANIZAÇÃO a indenizar ou compensar os participantes inscritos.

 

CAPÍTULO 3 – Ação Social

1.            A ORGANIZAÇÃO, em conjunto com representantes da cidade sede, elegerá uma instituição de assistência e amparo social que será “adotada” pelo Brasileirão de Trekking 2010.

2.            Em boletins informativos, a ORGANIZAÇÃO divulgará que tipo de donativos as equipes deverão ofertar para a ação social do Brasileirão de Trekking 2010.

3.            Esta ação social faz parte do Brasileirão de Trekking 2010, sendo obrigatória para as equipes participantes, gerando uma penalidade à equipe que não cumpri-la, conforme item 7 do capítulo 12.

4.            Ficará a critério da ORGANIZAÇÃO estipular uma taxa em dinheiro, caso a equipe prefira fazer a doação dessa maneira. Neste caso será emitido um recibo e o valor encaminhado à instituição.

5.            Durante a entrega dos troféus e premiação do Brasileirão de Trekking 2010, um representante da instituição beneficiada receberá todo o montante arrecadado, em produtos e/ou dinheiro.

 

CAPÍTULO 4 – Categorias

1.           As inscrições poderão ser realizadas nas categorias ELITE, GRADUADOS, TREKKERS e NOVATOS.

2.            A inscrição na categoria ELITE é livre para as equipes que são assim classificadas por suas Federações Estaduais. Dos estados em que não há Federação ou esta não determine as equipes que pertencem à categoria ELITE, serão aceitas inscrições das equipes que estejam disputando os campeonatos regionais, em 2010, nas categorias Elite, Graduados A, Master, Pró ou equivalente. Poderá haver limitação de equipes para essa categoria. Também serão consideradas desta categoria as 3 primeiras colocadas na categoria GRADUADOS no Brasileirão de Trekking 2009.

3.            A inscrição na categoria GRADUADOS é livre para qualquer equipe, mas não poderá ser realizada para as equipes que figurem como Elite, Graduados A, Master, Pró ou equivalente na Federação ou ranking oficial de seu estado de origem.

4.            A inscrição na categoria TREKKERS é livre para as equipes que pertençam a essa categoria, mas não poderá ser realizada para as equipes que figurem como GRADUADAS no ranking da ABRAPEP ou que figurem como ELITE ou GRADUADA pela Federação Estadual ou ranking a que pertença. As equipes nesta situação que se inscreverem como TREKKERS, serão automaticamente incluídas como GRADUADAS, não cabendo nenhum recurso, reparação ou cancelamento de inscrição por este motivo.

5.            A inscrição na categoria NOVATOS somente será permitida para as equipes que estejam nessa categoria até o dia 20/01/10. À categoria NOVATOS correspondem às INICIANTES, TURISMO, PASSEIO, etc. Não será permitida a inscrição nesta categoria de equipes que já tenham participado em qualquer circuito como ELITE, GRADUADA ou TREKKER ou, ainda, que tenham subido para a categoria TREKKERS na virada de 2009 para 2010.

6.            Até o dia 12/05/2010 a ORGANIZAÇÃO do Brasileirão de Trekking 2010 fará a adequação das equipes às categorias, de acordo com os critérios acima, não cabendo a nenhuma equipe recurso, reparação ou cancelamento de inscrição por este motivo.

7.            As inscrições de equipes nas categorias ELITE, TREKKERS e NOVATOS poderão ser contestadas pelas Federações de Trekking Estaduais, por meio de ofício à ORGANIZAÇÃO. Caberá exclusivamente à ORGANIZAÇÃO aceitar ou não a inscrição da equipe contestada nessas categorias. Não serão aceitos recursos de equipes contra equipes.

8.            Com exceção da categoria NOVATOS, as demais poderão receber, no máximo, um atleta de categoria superior (Ex: uma equipe da TREKKERS pode ter um integrante da GRADUADOS ou uma da GRADUADOS pode ter um integrante da ELITE).

9.            Até a divulgação do resultado da primeira prova, a verificação de tentativa de burlar os critérios de distribuição pelas categorias será punida com a imediata adequação da equipe à categoria que deve disputar a competição, segundo os critérios acima. Essa adequação não ensejará, em nenhuma hipótese, direito a recurso, reparação ou indenização de qualquer tipo.

 

CAPÍTULO 5 – Apresentação das Equipes

1.            As equipes deverão acompanhar pelo site do Brasileirão de Trekking 2010 a confirmação de sua inscrição e as informações atualizadas sobre o evento.

2.            Um integrante de cada equipe deverá apresentar-se para o check-in no local e horário determinados pela ORGANIZAÇÃO, no dia 03 de junho de 2010, para retirada do material da equipe.

3.            É responsabilidade exclusiva da equipe, em cada etapa, apresentar-se no check-in, no mínimo, uma hora antes do seu horário de largada para retirar o chip/GPS e acompanhar as informações / alterações do quadro de avisos.

4.            A equipe que não retirar o chip/GPS será automaticamente desclassificada da etapa, sem direito a qualquer reparação, recurso ou indenização.

 

CAPÍTULO 6 – Equipamentos de Uso Obrigatório

1.            INDIVIDUAIS: Calçado apropriado para caminhada, roupas leves e confortáveis, lanternas e pilhas (inclusive nas provas realizadas durante o dia) e Kit para hidratação (squeeze, camelback, etc.)

2.            POR EQUIPE: Kit de primeiros socorros, bússola, cronômetro ou relógio, calculadora, caneta, recipiente para lixo e kit com alimentação leve.

3.            Cada equipe receberá um número, que será sua identificação durante toda a competição. Este número estará representado no chip e na bolsa com os equipamentos de GPS da equipe, que são de uso obrigatório por um integrante da equipe em todas as etapas do Brasileirão de Trekking 2010, e sua ausência será causa de desclassificação automática da etapa, sem direito qualquer reparação ou indenização.

4.            A numeração será definida de acordo com a categoria das equipes, exceto os números 1, 2, 3, que já pertencem às três primeiras colocadas da categoria GRADUADOS do Brasileirão de Trekking 2009. Os números definitivos das equipes estarão disponíveis no check-in.

5.            A ORGANIZAÇÃO é soberana para impedir que qualquer equipe participe de alguma das etapas caso constate a ausência de algum dos equipamentos de uso obrigatório, não cabendo às equipes direito à indenização ou compensação.

6.            As equipes receberão no check-in de cada prova o chip e os equipamentos de GPS para a apuração de sua performance. É responsabilidade exclusiva da equipe conferir o equipamento na retirada, cuidar de sua conservação durante a prova e conferir o equipamento na entrega ao PC de chegada.

 

7.            Em caso de perda, extravio ou destruição (total ou parcial) do chip ou dos equipamentos de GPS a equipe deverá pagar o valor de custo do mesmo, de acordo com a tabela vigente do fornecedor.

 

IMPORTANTE – O correto manuseio dos chips e GPS é responsabilidade exclusiva da EQUIPE. Estes equipamentos não devem ser molhados ou lavados, muito menos colocados em contato com barro ou terra. Caso os equipamentos não coletem os dados da equipe por este motivo (em um ou mais pontos da prova), a mesma não terá informação sobre sua passagem, recebendo a penalização de PC perdido, não cabendo recurso ou reparação de qualquer espécie.

 

CAPÍTULO 7 – Camisetas do evento / Uniformes

1.            A ORGANIZAÇÃO fornecerá a TODOS os participantes uma camiseta do Brasileirão de Trekking 2010, observado o disposto no item 5 do capítulo 2.

2.            O uso OBRIGATÓRIO da camiseta do evento será determinado pela ORGANIZAÇÃO e, caso ocorra, será restrito a uma das etapas. Nas demais etapas será livre a utilização de uniformes.

3.            O uso de uniformes que deponham contra o esporte, contra o evento ou contra o bom senso comum será reprimido pela ORGANIZAÇÃO, que solicitará o uso de vestimentas apropriadas. A insistência na utilização acarretará a desclassificação da equipe, sem direito à indenização, recurso ou compensação de qualquer tipo.        

 

CAPÍTULO 8 – Horário de largada

1.            O horário de largada da primeira equipe de cada etapa será definido e divulgado pela ORGANIZAÇÃO, que poderá, caso entenda necessário, alterá-lo.

2.            Para a categoria ELITE, na primeira etapa, as três primeiras equipes a largar serão as três primeiras colocadas na categoria GRADUADOS no Brasileirão de Trekking 2009, e as demais terão seu horário de largada definido por SORTEIO. Na segunda etapa a ordem de largada será a ordem de chegada da etapa anterior, procedimento que se repetirá para a terceira etapa.

3.            Para as demais categorias, na primeira etapa, todas as equipes terão seu horário de largada definido por SORTEIO. Na segunda etapa a ordem de largada será a ordem de chegada da etapa anterior, procedimento que se repetirá para a terceira etapa.

4.            Os sorteios das ordens de largada ocorrerão com, no mínimo, meia hora de antecedência da largada da primeira etapa.

5.            O intervalo de largada entre as equipes será determinado pela ORGANIZAÇÃO, e poderá ser diferente para cada prova, categoria ou grupo de equipes de cada categoria.

6.            A alteração de horário de largada de uma equipe só será possível mediante autorização da ORGANIZAÇÃO, e poderá ser causa de penalidade à equipe.

7.            Caso não haja PC de largada nas etapas, a mesma se dará de forma automática, sendo total responsabilidade da equipe estar de acordo com o horário oficial do Brasileirão de Trekking 2010 e proceder à sua largada.

8.            Os horários de largada da segunda e da terceira etapas serão fixados no quadro de avisos, sendo total responsabilidade da equipe sua confirmação. Não serão aceitos recursos sobre esse item.

 

CAPÍTULO 9 – As etapas

PERCURSO

1.            As provas poderão conduzir os participantes por ruas, becos, estradas pavimentadas, secundárias, privadas ou abandonadas; por trilhas fechadas, pastos, rios, lagos, subidas ou descidas, podendo haver trechos, direções ou velocidades diferentes para cada categoria.

2.            Compõem cada etapa o período compreendido entre o check-in até a divulgação do resultado oficial.

TIPOS DE TRECHOS DAS PROVAS

3.            Regularidade / Velocidade: São trechos representados por um número, indicando a velocidade média a ser mantida, em Metros por Minuto.

4.            Deslocamentos: São trechos identificados na planilha, que servem para travessia de rios, lagos, atoleiros, trânsito, etc, onde não haverá média de velocidade imposta e sim um tempo pré-determinado para essa travessia. Esse tempo é identificado na planilha por: Hora, minutos e/ou segundos: Ex: 01:02:45, 00:03:00, 00:00:53.

5.            Neutralizados ou Neutro: São trechos de parada, onde a Equipe tem um tempo estipulado para descanso, lanche, etc. Esse tempo é identificado na planilha por: Hora, minutos e/ou segundos: Ex: 01:02:45, 00:03:00. 00:00:53.

6.            Ramificações: no mínimo 1 (Um) integrante da Equipe deverá percorrer o trecho de ramificação descrito na planilha. No trecho de ramificação poderá haver PC de passagem, enquanto que no caminho a ser percorrido pela equipe poderá haver PC de tempo.

7.            Provas Especiais: Atividades como Travessia de barco, bóia, tirolesa, rapel, plantio de árvores, etc, que a equipe terá um tempo para executar. O local da Prova Especial e seu referido tempo estarão identificados na planilha. A equipe poderá ser penalizada caso não realize as atividades determinadas na prova especial.

 

CAPÍTULO 10 – As planilhas

1.            As equipes receberão uma planilha para cada integrante, contendo o roteiro, as velocidades e distâncias a percorrer.

2.            É responsabilidade exclusiva das equipe a conferência da quantidade e da seqüência das páginas das planilhas. Não serão aceitos recursos sobre este tópico.

3.            A planilha terá 3 colunas: A primeira, com a distância em metros (parcial e acumulada); a segunda, com o desenho da referência (padrão tulipa) ou indicação de bússola, referente à direção a ser seguida; e a terceira, com informações complementares (alertas de perigo, graus de bússola, etc).

4.            Cada tipo de trecho será informado por meio de indicação que utiliza horizontalmente as três colunas da planilha.

5.            Neutralizados e neutros serão tratados como trechos nas planilhas.

6.            Poderá ser divulgado no site do Brasileirão de Trekking 2010 um modelo de planilha a ser utilizada.   

INDICAÇÕES DE DISTÂNCIAS

7.            Nas referências em que for informada a distância, essa informação será em metros e de duas maneiras: A de cima fornece a metragem parcial e a de baixo a acumulada.

8.            Um trecho poderá ou não começar da metragem 0 (Zero). Ele poderá iniciar com a seqüência de metragem do(s) trecho(s) anterior(es).

9.            Poderá haver TRECHO ABERTO, identificado pelo símbolo “???” (três interrogações), e significa que não foi fornecida a distância final do trecho. Neste caso, a equipe deverá valer-se de sua medição de distância para determinar a metragem final do trecho e prosseguir dentro do seu tempo ideal.

10.          Sempre que houver um TRECHO ABERTO o trecho seguinte poderá ser um neutralizado para cálculo dos tempos em função da informação de metragem ou poderá ter uma média de velocidade compatível para que sejam feitos os cálculos necessários para a continuação da prova.

 INDICAÇÕES DE ROTEIRO

11.          Os desenhos das referências utilizarão o padrão Tulipa. O sentido de leitura de cada referência será sempre de baixo para cima. Na simbologia empregada, a “bolinha” indica o local de onde a Equipe vem, a “setinha” indica a direção que a equipe deve seguir, e o “quadradinho” indica o local exato da medição.

12.          Os desenhos das referências que simbolizam interseções, desvios, obstáculos, casas, porteiras, cercas, etc., deverão representar com a maior fidelidade possível as situações reais do roteiro.

13.          Poderá ser exigida a navegação por meio do uso de bússola, com a indicação do rumo (em graus, na coluna das informações complementares) a ser seguido. Essa navegação poderá apontar a localização de uma referência a ser encontrada (“pela trilha”, “por trás da pedra”) ou uma linha reta a ser seguida, ignorando obstáculos naturais do roteiro (siga a “X” graus).

INDICAÇÕES DE VELOCIDADE

14.          A velocidade para realização do trecho será sempre fornecida em M/Min (metros por minuto), mesmo que a unidade de medida não esteja explicitamente representada.

15.          Poderá haver velocidades representadas por números fracionados (Ex: 58,5 M/Min).

ALTERAÇÕES DE ROTEIRO / BRIEFING

16.          No caso de modificações no roteiro antes do início da prova, as mesmas serão afixadas no quadro de avisos, próximo ao check-in ou à largada. É responsabilidade da equipe verificar o quadro de avisos da etapa antes da largada. Não serão aceitos recursos sobre esse item.

17.          Nos trinta minutos que antecedem a largada da primeira equipe, em cada etapa, deverá haver um briefing com informações sobre a etapa, cuidados especiais e comportamentos recomendados para uma boa disputa.

18.                          É responsabilidade da equipe participar do briefing ou se informar com outras equipes sobre o que foi informado, não cabendo recurso, indenização ou compensação à equipe que não comparecer ao mesmo.

19.          Imprevistos no percurso durante a realização da etapa (gado, cachorros, porteira trancada, atoleiros, vespas, queda de barreira, etc.), que dificultem ou impeçam a equipe de passar por determinado ponto, fazem parte da competição, devendo a equipe encontrar meios que a conduzam ao roteiro original, permanecendo os tempos ideais inalterados, não cabendo recursos quanto à estas situações.

 

 

CAPÍTULO 11 – Apuração do desempenho das equipes

1.            A apuração será eletrônica. A coleta das informações das equipes poderá ser realizada por chip's, por aparelhos de GPS ou pela combinação dos dois equipamentos.

2.            A ORGANIZAÇÃO fornecerá o relógio oficial do evento, que será a base de todas as atividades do Brasileirão de Trekking 2010, devendo estar disponível às equipes, no máximo, trinta minutos antes da largada da 1ª equipe em cada etapa.

 

IMPORTANTE – O correto manuseio dos chips e GPS é responsabilidade exclusiva da EQUIPE. Estes equipamentos não devem ser molhados ou lavados, muito menos colocados em contato com barro ou terra. Caso os equipamentos não coletem os dados da equipe por este motivo (em um ou mais pontos da prova), a mesma não terá informação sobre sua passagem, recebendo a penalização de PC perdido, não cabendo recurso ou reparação de qualquer espécie.

 

POSTOS DE CONTROLE – PC’s

3.            Os PC’s serão coletores para chips USB e/ou equipamentos de GPS. Os coletores poderão ser operados por pessoas do staff ou pela própria equipe (PC de placa), enquanto os GPS's apenas serão levados por um ou mais de um integrante das equipes.

4.            Os PC’s serão colocados no percurso para a verificação do desempenho das equipes nas etapas do Brasileirão de Trekking 2010, em locais de conhecimento exclusivamente da ORGANIZAÇÃO e das pessoas autorizadas do staff, podendo estar ou não nas referências da planilha e/ou em ordem numérica.

5.            As pessoas do staff que operarão os PC’s serão treinadas para a função, poderão aplicar penalidades e serão orientados para não responder a qualquer tipo de indagação dos participantes.

6.            A equipe que solicitar orientação aos operadores de PC’s ou resgates assumirá o risco da imprecisão das informações, não podendo interpor recurso sobre o assunto questionado.

7.            Nos PC’s de placa a própria equipe fará o registro do tempo, da seguinte maneira:

                1- apertar o botão que trava o tempo de passagem da equipe, 2 vezes;

                2- introduzir o chip USB no conector do coletor;

                3- aguardar 3 (três) segundos;

 4- reintroduzir o chip USB no conector do coletor;

 5- aguardar novamente os 3 (três) segundos; e,

                6- retirar o chip USB e continuar a prova.

8.            Somente serão computados para a apuração os tempos registrados dessa maneira.

9.            Para a apuração do desempenho das equipes, o critério de coleta das informações será o seguinte, nesta sequência:

                1- o tempo armazenado no chip USB da equipe;

                2- o tempo armazenado no chip USB das 5 equipes seguintes;

                3- o tempo da equipe armazenado no coletor.

10.          A ausência de tempo em pelo menos uma destas 3 possibilidades caracteriza que a equipe perdeu o PC. A correta operação dos PC’s pelas equipes faz parte da prova. Não serão aceitos recursos sobre operação dos coletores.

11.          Em nenhuma hipótese serão utilizados para a apuração quaisquer outros tipos de registros nos coletores (“999”, manuais, etc.), ficando a critério exclusivo da ORGANIZAÇÃO analisá-los e utilizá-los, em caso de comprovado defeito do chip USB.

12.        Os equipamentos de GPS verificam a latitude, longitude, velocidade instantânea e horário da equipe. É possível a utilização de até 290.000 PC's em cada prova. A ORGANIZAÇÃO determinará no levantamento da prova os locais (latitude e longitude) e o raio (metros) de ação para a apuração. Será considerado tempo de passagem (hh:mm:ss) da equipe o primeiro que ela entrar no raio determinado pela ORGANIZAÇÃO e a pontuação será de acordo com o item 4 do Capítulo 12.

13.          Os PC’s poderão ser de tempo, roteiro, virtual ou móvel:

Tempo: Registra a hora, minuto e segundo em que a equipe passa em um ponto determinado do percurso. Este tipo de PC poderá ser de placa, sem a presença de operador do coletor (o coletor fica numa placa, a equipe marca a passagem e “chipa” para descarregar o tempo, ao seu exclusivo critério);

      Roteiro: Registra se a equipe está no percurso determinado pela ORGANIZAÇÃO;

      Virtual: Registra a distância que a equipe mediu em um trecho determinado pela ORGANIZAÇÃO;

Móvel: Poderá, aleatoriamente (sem obrigação de fiscalizar todas as equipes), registrar o número de integrantes de qualquer equipe, o tempo de passagem entre os integrantes da equipe, verificar o uso de equipamentos obrigatórios, conferir a utilização de equipamentos proibidos, etc, podendo surpreender as equipes em qualquer ponto do percurso, por mais de uma vez.

14.          Ao avistar o PC operado por pessoa do staff, a equipe deverá prosseguir normalmente, respeitando a fila (se houver). Caso a equipe pare na área de visão do operador do PC, o tempo será registrado no momento da parada e a equipe poderá ser penalizada.

15.          Se somente um integrante da equipe chegar ao PC operado por pessoa do staff, este não realizará a coleta do tempo da equipe, até a chegada de, pelo menos, mais um integrante. Neste caso, o operador do PC poderá aplicar a penalidade prevista no item 7 do capítulo 12.

16.          Após o registro do tempo pelo operador do PC, apenas um integrante da equipe deverá se dirigir até ele para que o mesmo descarregue o tempo no chip USB da equipe.

17.          Nos PC’s de placa a equipe é livre para efetuar a operação de coleta de tempo no momento em que considerar oportuno, devendo SEMPRE realizar o procedimento descrito no item 7 deste regulamento. A correta operação dos PC’s pelas equipes faz parte da prova. Não serão aceitos recursos sobre operação dos coletores.

18.          Se a equipe passar 2 vezes no mesmo PC, SEMPRE será válido o primeiro tempo anotado.

19.          Poderá haver situações em que a equipe deverá passar mais de uma vez no mesmo PC. Neste caso, a ORGANIZAÇÃO, em conjunto com o APURADOR, determinará como será efetuada a coleta dos tempos pelos PC’s.

20.          Os PC’s de coletores serão colocados no percurso, no máximo, 15 minutos antes do horário ideal de passagem da primeira equipe (mas poderão ser colocados com horas de antecedência) e lá permanecerão até 20 minutos após o tempo ideal de passagem da última equipe, ou até a passagem do resgate final (limpa trilha).

21.          Para cada PC haverá um ponto físico (estaca, toco, galho, linha imaginária, etc.) onde será efetuada a medição do desempenho da equipe (tempo de passagem, distância do trecho, etc.). Este critério poderá ser diferente para cada PC em uma etapa.

22.          Nos PC’s de tempo operados por pessoas do staff, a princípio, as anotações serão referentes ao primeiro integrante da equipe a passar por este ponto, podendo a ORGANIZAÇÃO alterar este critério, para que as anotações sejam efetuadas em outro integrante da equipe. Poderão haver, dentro da mesma prova, a critério da ORGANIZAÇÃO, PC’s que anotarão o tempo no primeiro integrante e PC’s que anotarão o tempo em outro integrante da equipe. Serão coibidas as tentativas de envio de “batedores” pelas equipes.

23.          O PC Virtual registrará a distância fornecida por um integrante da equipe, que deverá conferir o valor digitado pelo PC antes de ser descarregado no chip. Após a confirmação não haverá possibilidade de nova anotação. Em nenhuma hipótese serão aceitos recursos sobre esta situação.

24.          A critério da ORGANIZAÇÃO, por eventuais necessidades técnicas ou físicas, um PC de tempo ou virtual poderá ser convertido em PC de roteiro, sendo penalizadas as equipes que por ele não tenham passado.

25.          Não haverá descarte de PC’s.

 

CAPÍTULO 12 – Resultados

1.            As equipes, em cada etapa, largarão com 0 (zero) pontos perdidos e, em virtude de seu desempenho nos PC’s ou por cometer penalidades, perderão pontos.

2.            Ao fim de cada etapa a equipe entregará à ORGANIZAÇÃO o chip que utilizou para a emissão de sua ficha de performance. As equipes serão classificadas pela ordem crescente de pontos perdidos, sendo declarada vencedora aquela que somar o menor número de pontos perdidos.

3.            Os critérios para apuração dos pontos perdidos pelas equipes são os seguintes:

NOS PC’S

4.             PC de tempo       - para cada segundo atrasado = 1 (um) ponto perdido, sem tolerância.

                                    - para cada segundo adiantado = 2 (dois) pontos perdidos, sem tolerância.

                                    - acima de dez minutos atrasados = 600 (seiscentos) pontos perdidos (valor fixo).

                                    - acima de cinco minutos adiantados = 600 (seiscentos) pontos perdidos (valor fixo).

                                    - se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos perdidos (valor fixo).

                PC virtual            - para cada metro registrado a mais ou a menos da distância correta = 1 (um) ponto perdido.

                                             - se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos perdidos (valor fixo).

                PC de roteiro      - se a equipe passou por ele = 0 (zero) pontos perdidos.

                                             - se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos perdidos (valor fixo).

                PC móvel            - poderá aplicar as penalidades previstas a seguir.

 

PENALIDADES

5.             As penalidades poderão ser aplicadas por qualquer PC operado por pessoa do staff, pelos resgates, pelo diretor de trilha ou pela ORGANIZAÇÃO.

6.             As penalidades não são lançadas nos equipamentos de coleta de dados nem no chip da equipe. O aplicador da penalidade comunicará o APURADOR e a ORGANIZAÇÃO, o que poderá ocorrer após a divulgação do resultado da etapa. Somente neste caso o resultado de uma etapa poderá ser alterado, com ampla divulgação da penalidade aplicada.

7.             Os pontos perdidos para cada penalidade são:

                - 800 (oitocentos) pontos perdidos = passar pelo PC com menos de dois integrantes ou não passar por ele.

                - 800 (oitocentos) pontos perdidos = passar pelo PC com nº de integrantes acima do declarado na inscrição.

                - 800 (oitocentos) pontos perdidos = recusar-se a descarregar o tempo do PC no chip após o “bip”.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = não largar no horário estabelecido pela ORGANIZAÇÃO.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = andar com intervalo superior a 30 segundos entre os integrantes da equipe.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = não utilizar equipamentos de uso obrigatório.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = tumultuar o trabalho do PC.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = não respeitar a fila do PC.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = parar no campo de visão do PC, depois de alertada a equipe.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = não fechar porteiras, quando determinado na planilha.

                - 600 (seiscentos) pontos perdidos = não participar da Ação Social do Brasileirão de Trekking 2010, até a realização da 3ª etapa. Esta penalidade será aplicada na 4ª classificação.

8.             Se por qualquer motivo, um integrante da equipe necessitar abandonar a prova, a mesma deverá deixá-lo no PC operado por pessoa do staff mais próximo ou com um resgate da prova. A equipe não poderá prosseguir na prova sem esse procedimento, situação em que a equipe sofrerá a penalidade de 800 (oitocentos) pontos perdidos em todos os PC’s que passar sem esse integrante. Não caberá recurso sobre esse item.

EMPATES

9.             Nos casos de empate nas etapas, os critérios de desempate serão os seguintes:

                1º - será declarada vencedora a equipe que tiver o maior número de 0 (zero) pontos perdidos nos PC’s durante a etapa. Caso persista o empate, a que tiver o maior número de 1 (um) ponto perdido nos PC’s durante a etapa,  a que tiver o maior número de 2 (dois) pontos perdidos nos PC’s durante a etapa e assim sucessivamente (não serão considerados os segundos, somente os pontos perdidos).

                2º - caso mantenha-se o empate após a verificação de todos os PC’s, será declarada vencedora a equipe que largou primeiro.

10.          Nos casos de empate na classificação final do Brasileirão de Trekking 2010, os critérios de desempate serão os seguintes:

                1º - será declarada vencedora a equipe que tiver o maior número de vitórias durante o campeonato. Caso persista o empate, a que tiver o maior número de segundos lugares, a que tiver o maior número de terceiros lugares e assim sucessivamente.

                2º - caso mantenha-se o empate após a verificação de todas as etapas do Brasileirão de Trekking 2010, será declarada vencedora a equipe obteve melhor colocação na 4ª classificação (considerando os pontos perdidos acumulados nas três primeiras etapas).

 

PERFORMANCE DAS EQUIPES

11.          Ao fim da etapa, após a entrega do chip/GPS à ORGANIZAÇÃO, este será levado ao APURADOR, que emitirá a ficha de performance da equipe.

12.          As fichas de performance serão entregues pela ORGANIZAÇÃO às equipes, a seu exclusivo critério, à medida em que as equipes forem chegando, em lotes ou até, no máximo, trinta minutos após a chegada a última equipe.

13.          Apenas durante os vinte minutos que sucederem a entrega da ficha de performance à equipe, a ORGANIZAÇÃO receberá reclamações e recursos sobre a mesma. Este prazo é improrrogável.

14.          Decorridos os vinte minutos não serão aceitos pela ORGANIZAÇÃO nenhuma reclamação ou recurso, em nenhuma hipótese, sem direito a nenhuma reparação às equipes que não se utilizarem do período reservado a tais solicitações.

15.          A entrega da ficha de performance faz parte da prova. Sendo assim, a equipe que não a retirar quando chamada pela ORGANIZAÇÃO não terá direito a reclamações ou recursos. É responsabilidade exclusiva da equipe acompanhar as atividades da ORGANIZAÇÃO para ter informações sobre o momento da entrega da ficha de performance.

RECURSOS

16.          Qualquer equipe inscrita que se julgar prejudicada terá o direito de apresentar recursos, desde que interpostos por escrito, dentro do período previsto, com a assinatura de pelo menos metade dos integrantes da equipe, acompanhados de cheque caução no valor de R$ 300,00 (trezentos reais) para cada recurso, nominal à entidade beneficiária da Ação Social e entregue em mãos ao responsável pela ORGANIZAÇÃO.

17.          Não serão aceitos recursos sobre a operação dos PC’s pelas equipes.

18.          Não será aceito recurso de uma equipe contra outra, apenas contra a ORGANIZAÇÃO.

19.          Enquanto os recursos não forem julgados não haverá entrega de prêmios nem oficialização do resultado.

20.          A ORGANIZAÇÃO convocará o diretor de trilha e, a seu exclusivo critério, representantes de entidades do esporte ali presentes, para deliberação sobre o recurso interposto.

21.          No caso de procedência do recurso a alteração solicitada será efetivada e o cheque caução devolvido à equipe.

22.          No caso de improcedência do recurso será mantida a situação questionada e o cheque caução será entregue à entidade beneficiária da Ação Social.

23.          A decisão sobre o recurso será divulgada pela ORGANIZAÇÃO a todos que estiverem presentes e dela não caberá recurso ou reparação de qualquer natureza.

RESULTADO OFICIAL DA ETAPA

24.          Transcorrido o prazo de vinte minutos após a entrega das fichas de performance sem a interposição de recursos ou, imediatamente após a divulgação da decisão sobre aqueles interpostos, a ORGANIZAÇÃO divulgará o resultado oficial da etapa, que será a ordem de largada da etapa seguinte.

25.          Este resultado não será passível de recursos nem alterações.

26.          Em hipótese alguma, serão aceitos recursos após a divulgação dos resultados oficiais.

27.          Após a divulgação de cada resultado oficial será realizada a classificação de cada etapa, com a atribuição de pontos de acordo com o capítulo 1 deste regulamento.

 

CAPÍTULO 13 – Motivos para desclassificação

1.            Será desclassificada sumariamente, sem direito a protesto ou recurso, a equipe que praticar as seguintes condutas:

- desrespeitar a propriedade alheia ou a natureza, causando sua danificação, destruição ou desvalorização. (Esta penalidade não isenta a equipe de responder civil e criminalmente pelos atos praticados);

- desrespeitar as pessoas, praticando atos antidesportivos entre equipes ou entre membros da própria equipe;

- ingerir bebidas alcoólicas ou fazer uso de substâncias proibidas durante a realização da etapa;

- retirar do percurso qualquer tipo de marcação ou orientação, sejam públicas ou da ORGANIZAÇÃO;

- trocar integrantes da equipe sem solicitação à ORGANIZAÇÃO e sua respectiva aceitação;

- obstruir propositadamente a passagem de outra equipe;

- desrespeitar ou desacatar as decisões da ORGANIZAÇÃO e orientações dos resgates ou dos PC’s;

- alterar anotações ou mexer nos coletores dos PC’s;

- não entregar o chip/GPS após a passagem pelo PC de chegada;

- andar (mesmo que só com um integrante) pelo percurso da etapa antes da sua largada;

- passar ou receber informações da etapa para equipes que ainda não largaram (posição de PC, distâncias, PC virtual, etc.);

- jogar lixo, folhas de planilhas, pilhas, etc., no percurso;

- utilizar equipamentos de comunicação (celulares, pagers, rádios ou similares);

- utilizar equipamentos mecânicos de medição: “rodinha”, trena, barbantes, cordas, binóculos, etc.;

- utilizar equipamentos eletrônicos de medição: GPS ou similar, lasers, ultra-som, etc.;

- utilizar “batedor” durante a etapa (verificando a colocação dos PC’s, dificuldades, etc.);

- depois de ser registrada no PC de chegada, voltar à trilha para registrar um PC que não tenha registrado;

- largar sem chip/GPS;

- não assinar o termo de responsabilidade na ficha de inscrição; e,

- tentar se comunicar, entrar em contato ou influenciar o APURADOR antes da divulgação dos resultados oficiais.

2.            A desclassificação poderá ser por uma etapa ou eliminação do Campeonato. Para essa decisão, a ORGANIZAÇÃO convocará o diretor de trilha e, a seu exclusivo critério, representantes de entidades do esporte ali presentes.

3.            A eliminação do Campeonato ou a desclassificação por uma etapa assim decididas são definitivas e não geram direito a reparação ou ressarcimento de qualquer natureza.

4.            A desclassificação por uma etapa lança a equipe ao último lugar da classificação da etapa, sem direito a pontuar para o Campeonato, sendo a última a largar na etapa seguinte.

5.            No caso de duas ou mais equipes desclassificadas na mesma etapa, será considerado o desempenho das equipes na etapa que gerou a desclassificação, independentemente em que ponto esta aconteceu, apenas para determinar a ordem de largada da etapa seguinte, largando antes a que obteve menos pontos perdidos.

 

CAPÍTULO 14 – Premiação

1.            A ORGANIZAÇÃO oferecerá a maior premiação possível aos participantes do Brasileirão de Trekking 2010.

2.            Além da premiação aos vencedores, a ORGANIZAÇÃO se mobilizará, incansavelmente, para angariar produtos e serviços para sorteio entre todos os participantes do Brasileirão de Trekking 2010.

3.            No caso de sorteios, apenas concorrerão as equipes que estejam presentes, com pelo menos um integrante.

 

CAPÍTULO 15 – Coordenação do evento.

1.            O Brasileirão de Trekking 2010 será coordenado por pessoas que são apaixonadas pelo esporte, que se já estão se dedicando ao máximo para oferecer aos participantes um excelente evento, visando a interação entre as equipes, a divulgação e o crescimento do Trekking. Estas pessoas estarão distribuídas nas seguintes funções:

                - ORGANIZAÇÃO

                - STAFF

                - DIRETOR DE TRILHA

                - APURADOR

                - COMISSÁRIO

                - PC

2.            A ORGANIZAÇÃO é a autoridade máxima do Brasileirão De Trekking 2010. Compreende a organização do evento e a Direção Técnica, e é responsável por toda a estruturação, divulgação, regulamentação, contratação (de serviços, equipamentos, pessoas, patrocínios, etc.) e coordenação das atividades. Será exercida conjuntamente pelos Srs. José Maurício Ferreira Lemos e Wellinton Moreira Coelho.

3.           O staff receptivo e técnico são responsabilidade da ORGANIZAÇÃO, visando sempre o melhor atendimento ao atleta.

4.            O(s) Diretor(es) de Trilha será(ão) o(s) responsável(eis) pelo levantamento de cada etapa do Brasileirão de Trekking 2010. A ele(s) incumbe(m) a definição do percurso, elaboração das planilhas e sugestão de colocação dos PC’s. Durante cada etapa, o Diretor de Trilha responsável, em conjunto com a ORGANIZAÇÃO e a DIREÇÃO TÉCNICA, atenderá as equipes sobre todas as questões levantadas. A ORGANIZAÇÃO e a DIREÇÃO TÉCNICA estão empenhadas para que seja possível que cada trilha seja dirigida por um organizador diferente, de estados diferentes.

5.            O APURADOR será contratado de acordo com a melhor proposta técnico-financeira, dentre as melhores empresas de apuração do Brasil.

6.            Os COMISSÁRIOS serão contratados entre os profissionais que atuam nas diversas organizações de enduro a Pé e Trekking.

7.            Os PC’s serão contratados e treinados pela DIREÇÃO TÉCNICA, em conjunto com o APURADOR, preferencialmente dos grupos de Escoteiros da cidade sede, que já tenham experiência na função.

 

CAPÍTULO 16 – Regulamento

1.           A ORGANIZAÇÃO seguirá este regulamento na íntegra, até o final do Brasileirão de Trekking 2010.

2.            Poderá haver pequenas alterações neste regulamento, a critério da ORGANIZAÇÃO, que os comunicará por intermédio de sua atualização no site do evento, visando ao aperfeiçoamento do mesmo, sem descaracterizar sua essência.

3.            Durante toda a realização do evento, nos locais de largada, haverá uma cópia deste regulamento impressa para consulta de todos os participantes.

4.            Os casos omissos neste regulamento serão decididos pela ORGANIZAÇÃO em conjunto com a DIREÇÃO TÉCNICA.

 

CAPÍTULO 17– Considerações finais

1.           As etapas do Brasileirão  de Trekking 2010 serão realizadas em propriedades públicas e particulares.

2.            É responsabilidade de todos nós a imagem que passaremos aos moradores da cidade sede, aos proprietários dos locais onde estaremos nos divertindo, aos patrocinadores que nos dão suporte, aos profissionais de jornalismo que nos acompanham e aos curiosos em geral.

3.            Continuemos o bom trabalho realizado nos Brasileirões anteriores, e façamos com que este Brasileirão seja um exemplo a ser novamente superado na próxima edição.

 

Sejam bem vindos e até junho/2010!!!

 

ORGANIZAÇÃO